O HCM, é uma unidade do nível quaternário e de referência nacional, que desenvolve actividades assistenciais, de formação e investigação.

Com mais de 100 anos de existência, o HCM tem actualmente uma capacidade de internamento de 1500 camas distribuídas por diversos departamentos clínicos e serviços de apoio e presta assistência nas mais diversas áreas medicas e cirúrgicas.

Conta actualmente com aproximadamente 4000 funcionários e colaboradores distribuídos em categorias profissionais como, médicos, técnicos de saúde, administrativos, agentes de serviços e outras áreas de apoio.

Além das actividades de rotina, o HCM vem desenvolvendo nos últimos anos actividades de excelência tais como dialise, Cirurgia Ortopédica de prótese da anca e joelho e Cirurgia de coração aberto com circulação extracorpórea. Tem ainda capacidade para realizar exames auxiliares de diagnostico tais como a Tomografia axial computarizada (TAC), Ressonância Magnética, Mamografia entre outras.

No HCM, são formados Médicos de Clínica Geral, Especialistas de diversas áreas, enfermeiros, técnicos médios e superiores de diversas áreas de saúde.

É também um polo importante de pesquisa clínica, em parceria com outras instituições vocacionadas para a pesquisa, quer nacionais quer internacionais.

Pelo seu tempo de existência o HCM necessita permanentemente de obras de manutenção e reabilitação para manter o seu padrão de qualidade e dignificar os seus utentes e trabalhadores.

São também necessárias novas construções e obras de funcionalização para responder as necessidades do desenvolvimento da medicina neste seculo.

Para a prossecução destas actividades o HCM dispõe de fundos maioritariamente alocados pelo orçamento Geral do Estado e em menor volume de fundos próprios gerados pelo “atendimento especial e personalizado”.

De um modo geral, pode-se dizer que estes meios estão muito aquém das necessidades dum hospital com a dimensão do HCM. A exiguidade de fundos e meios compromete sobremaneira o funcionamento do último recurso publico nacional na área da saúde.

Os grandes desafios que o HCM tem neste momento e durante os próximos anos é de se adaptar as necessidades dos seus utentes, dotando-se de meios humanos e materiais suficientes e adequados para um desempenho que se pretende de excelência.

A humanização e a qualidade nos procedimentos hospitalares constituem hoje elemento primordial e omnipresente a nível de qualquer unidade sanitária. Os hospitais de actualidade são convidados a abrir-se para que a comunidade participe na sua gestão.

Uma das formas actuais de apoio aos hospitais é a criação de comités de co-gestão, associações, movimentos de amigos do hospital ou fundações hospitalares. Qualquer uma delas baseia-se na participação da sociedade civil na vida do Hospital.

Em 2011, foi proposta a Fundação Hospital de Maputo, em 2016 foi também proposta a Associação dos Amigos do Hospital Central de Maputo e agora em 2017, no dia 18 de agosto o Director Geral do Hospital Central, Dr. Mouzinho Saíde, lançou o Movimento Amigos do Hospital Central de Maputo.  É um movimento institucional, de solidariedade social, sem fins lucrativos que tem como objectivo influenciar a comunidade a participar activamente na vida do hospital e mostrar a credibilidade que o hospital pode ter junto aos seus utentes, parceiros e futuros.

Missão,

Promover a saúde preservar e manter a vida, produzir e socializar conhecimentos.

Visão

Ser um centro de referência de excelência no fornecimento de assistência em saúde, ensino e gestão pautados em altos padrões de integridade, humanização, ética e Deontologia profissional.

Valores

  • Garantir serviços de qualidade ao utente;
  • Rigor na observância das normas éticas e deontológicas;
  • Humanização dos serviços
  • Atendimento centrado nas necessidades do doente;
  • Priorizar doentes graves sempre e em todas as circunstâncias a que for objecto de intervenção;
  • Respeitar o doente bem como seus acompanhantes;
  • Espírito de trabalho em equipe.